Dois dias bem passados.
O primeiro, 27 de Abril, calmo, com poucas pessoas - uma sessão de "ballet" nas imediações, encheu o salão, deixando-nos a possibilidade de convivermos, de dialogarmos, se bem que os temas das conversas não variem muito.
Aproveitei para cirandar, e tirar as fotos possíveis. Conheço bem o Ramalhal, e gosto muito; para além do mais, é onde adquiro as minhas telhas em bruto.
Registos para guardar:
O Coreto, na Praça principal, junto à Igreja.
Um Largo bonito, onde irão decorrer os festejos de Junho próximo, com a Feirinha de Artesanato, também!
Carros dos expositores e alguns curiosos, junto à Casa do Povo, onde teve lugar a Mostra.
Três perspectivas do Salão - tentei apanhar todas as bancas...
Acabada a 27, esta telha-mini Luso, em acrílico, com os rochedos em relevo - uma variante...
Também acabado a 27, o meu Pica-Pau: está uma pequenina maravilha. Acrílico, pois claro!
Estas três telhas-mini Canudo - foram concebidas para o Dia da Árvore, e da Poesia. Um pássaro - (confesso que não sei o nome; fi-lo visualizando uma imagem), com fundo em "craquelures"- e as duas últimas, mistas de colagem e acrílico. Uma, margens e reflexos no mar, a outra, uma senda num bosque, com uma árvore algo estranha... Quem sabe não demonstrarão, assim, o mal que lhes fazemos?!
No Domingo, o Salão esteve "à cunha"!
Muita, muita gente! O dinheiro é que vai escasseando, mesmo em finais de mês, pressupondo-se que houvessem sido pagos os vencimentos...
Sempre vai dando para nos animarmos: conhece-se gente, estreitam-se relações, angariam-se novos amigos, vêem-se artefactos maravilhosos, aprendem-se imensas "coisas" - a permuta e a interacção são inesgotáveis!
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