Animei-me de coragem, e arrisquei colaborar na Feira Alternativa, que teve lugar no INATEL - um portento, mas bastante onerosa - há que pagar os expositores e o espaço. E nem sempre o retorno compensa o investimento que se faz, quer em matéria-prima, quer em mão-de-obra, quer aos promotores do evento.
Aqui, bem perto, na Lourinhã,
participei na última Feira Franca do ano passado.
Seguiram-se outras, nomeadamente as Feiras Urbanas, promovidas pelas Artes na Rua. Os recintos defronte dos acessos aos Centros Comerciais DOLCE VITA são ocupados com uma mole imensa de escaparates, de nossa conta e risco, com exigências, quer nos artigos e materiais expostos, quer nas cores das toalhas que deverão cobrir as mesas-expositoras. São pagos, também, embora o preço seja razoável. Os lucros deixam muito a desejar - com as dezenas e dezenas de lojas nos Centros, é difícil reembolsar valores investidos, muito embora muito do artefacto exposto seja constituído por peças únicas e irrepetíveis.

Ainda antes de findar 2012 colaborei na Iª Feira de Artesanato da Moita dos Ferreiros
Um Salão de festas e espectáculos admiravelmente bem concebido. Paga, também, para angariação de fundos "para a manutenção e preservação do espaço". A Associação está de parabéns. Ainda não tinha tido oportunidade de conhecer a sede, e fiquei freguesa.
Esta iniciativa concitou muita gente da freguesia, devido às actividades desenvolvidas com a juventude da área.
Moledo: Iª Feira de Artesanato e Velharias da responsabilidade dos Veteranos de Guerra. Tive conhecimento dela quando me despedia do Sr Pedro Capelas.
Monumento estranho, e novo para mim, que calcorreei a região em busca de um moinho para comprar ou alugar, com o intuito de criar uma Qtª Pedagógica.
D. Pedro e Dª Inês - o eterno par, que o amor consumiu nas sendas das incompreensíveis contenções socio-(anti)naturais. Denominaram-no de Juízo Final.
Que atributo estranho, Santo Deus!
Já demasiadamente bem conhecido, mas que foi uma surpresa para mim, da primeira vez em que me deparei com ele. Penso, ainda, que nem sei bem porquê - sabia que "todos tinham que servir a Pátria", fossem eles de onde fossem - dói saber que "os filhos da terra tombam" para não mais se levantar. O mundo dos homens é cruel: "l'enfer c'est les autres", dizia o homem que, apesar de distante da minha inscrição política, amei, porque o meu pai me ensinou a engrandecê-lo; amo-o, porque não sei ser de outro modo - Jean-Paul Sartre.
Um pavilhão de desportos, como se poderá observar pelas marcas do chão. Aqui, ainda no início da arrumação.
E que doces bons eu lanchei?!...
Paga a participação, também. Com cedência de mesas e cadeiras. Encontrei os "vizinhos" habituais de outras andanças. Pouco rendimento nos proporcionaram, mas valeu a pena - conheci gente com umas mãos de ouro, e um coração aberto e franco.
Bom será que se repita.
"Deo Gratias"!



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